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Saiba tudo sobre lâmpadas!


Postador por Shopping Minascasa | Assunto: Arquitetura

A iluminação é um recurso poderoso na ambientação de espaços, e, além dos diferentes efeitos gerados pela disposição dos pontos de luz e dos tipos de luminárias, é preciso saber também quais os tipos de lâmpadas a serem utilizadas, de acordo com seu consumo, cor, intensidade de luz e índice de reprodução de cor (IRC), depois falaremos mais sobre isso. Já falamos aqui para vocês sobre as lâmpadas que são mais econômicas, conheçam agora os diversos tipos existentes no mercado e descubra a que melhor atende suas necessidades!

INCANDESCENTES COMUNS

Muito conhecidas e antigamente a mais usada em aplicações residenciais, vem sendo substituída por lâmpadas de menor consumo e vida útil, como fluorescentes, mistas ou LED. De cor amarelada, possuem ótima reprodução das cores e emitem calor para o ambiente. Dentro do bulbo de vidro há um filamento de tungstênio e gás inerte. Quando ocorre a passagem da corrente elétrica pelo filamento há a liberação de energia que transforma-se em calor e luz. Sendo assim, apesar de seu baixo custo de aquisição e do alto índice de reprodução de cor (100%), apresentam baixa eficiência, já que apenas 5% da energia consumida se transforma em luz e 95% em calor. Sua vida útil é medida de acordo com o tempo que permanece acesa, e dura normalmente cerca de 1.000 horas.

Disponíveis nas versões com bulbo transparente ou leitoso, sendo este último melhor para evitar o ofuscamento da vista causado pelo filamento interno, e também nas formas de vela ou circulares.

INCANDESCENTES HALÓGENAS

De funcionamento similar às incandescentes comuns, porém com luz focalizada, recebem este nome devido à presença de halogêneos como iodo ou bromo. Esta diferença lhes confere luz um pouco mais branca, maior eficiência energética e maior durabilidade do que as comuns, apesar de ainda serem consideradas lâmpadas de alto consumo e também gerarem calor para o ambiente.

Os diferentes tipos de halógenas são: Palito ou Lapiseira; HaloPAR, PAR; Halopin, Bipino; AR; e finalmente as mais conhecidas, dicróicas e mini-dicróicas. Estas últimas, embora ainda muito utilizadas para dar destaque a móveis ou elementos decorativos, podem incomodar pela grande quantidade de calor que emitem.

FLUORESCENTES

Disponíveis nas versões Compactas e Tubulares. As primeiras podem ter ou não reator integrado, sendo que as que o possuem (eletônicas, ou PL) apresentam acendimento automático. Já as tubulares, de forma cilíndrica, necessitam de reator externo e são utilizadas normalmente em luminárias ou em embutidas em nichos e sancas de gesso.

As fluorescentes são as lâmpadas mais comuns para iluminação geral em ambientes residenciais e comerciais, e têm como características principais as opções de cores, que podem ser brancas, amareladas ou até coloridas, o menor consumo em relação às incandescentes, e a reprodução de cor de 85%. Disponível em diversas formas, tanto as tubulares quanto as compactas.

LÂMPADAS LED

Disponíveis em diversos formatos, estão aos poucos substituindo os outros tipos de lâmpadas devido a seu consumo extremamente baixo e alta durabilidade. O seu alto custo é compensado a médio e longo prazo, e devido a seu alto desempenho, as lâmpadas LED são consideradas uma alternativa ecologicamente correta. Uma lâmpada LED 5W, por exemplo, produz a luz de uma lâmpada incandescente de 25W. Convertem energia elétrica diretamente em energia luminosa, através de pequenos chips, portanto não emitem calor para o ambiente. Além disso, não possuem chumbo ou mercúrio, o que facilita seu descarte.

As lâmpadas LED existem em diversas cores, inclusive luz branca ou amarelada, e podem ser de dois tipos: As de baixa potência, utilizadas para sinalização, como botões de liga/desliga, árvores de natal, etc, e as de alta potência, utilizadas para iluminação geral, no lugar das fluorescentes e incandescentes, ou para dar destaque a objetos ou áreas especícificas, substituindo as dicróicas. Podem, dependendo do modelo, ser inseridas dentro de luminárias ou ficar aparentes.

LÂMPADAS DE DESCARGA

Seu princípio de funcionamento completamente diferente das incandescentes: uma descarga elétrica entre os eletrodos leva os componentes internos do tubo de descarga a produzirem luz. Funcionam através do uso de reatores, e, em alguns casos, só partem com auxílio de ignitores. Dependendo do tipo, necessitam de 2 a 15 minutos entre a partida e a estabilização total do fluxo luminoso. Possuem baixo consumo de energia e a luz produzida é extremamente brilhante, possibilitando a iluminação de grandes áreas, além de serem compactas – lâmpadas relativamente pequenas.

Seus tipos são:

• multivapores metálicos – são lâmpadas que combinam iodetos metálicos, com altíssima eficiência energética, excelente reprodução de cor, longa durabilidade e baixa carga térmica. Sua luz é muito branca e brilhante. Tem versões de alta potência (para grandes áreas, têm índice de reprodução de cor de até 90%, eficiência energética de até 100lm/W e temperatura de cor de 4.000 a 6.000K, em vários formatos) e de baixa potência (de 70 a 400W, formato tubular com diversas bases, apresentando alta eficiência, ótima reprodução de cor, vida útil longa e baixa carga térmica);

• vapor de sódio – com eficiência energética de até 130lm/W, de longa durabilidade, é a mais econômica fonte de luz. Com formatos tubulares e elipsoidais, emitem luz branca dourada e são utilizadas em locais onde a reprodução de cor não é um fato importante, como em estradas, portos, ferrovias e estacionamentos;

• vapor de sódio branca – seu diferencial é a emissão de luz branca, decorrente da combinação dos vapores de sódio e gás xênon, resultando numa luz brilhante como as halógenas e com o alto índice de reprodução de cor das incandescentes. São utilizadas em áreas comerciais, hotéis, exposições, edifícios históricos, teatros, stands, etc.;

• vapor de mercúrio – com aparência branca azulada, eficiência de até 55lm/W e potências de 80 a 1.000W, são normalmente utilizadas em vias públicas e áreas industriais;

• lâmpadas mistas – compostas por um filamento e um tubo de descarga, funcionam em tensão de rede de 220V, sem uso de reator. São uma alternativa de maior eficiência para substituição de lâmpadas incandescentes.

FIBRA ÓTICA

É um filamento de vidro ou de elementos poliméricos utilizado para transmitir luz, com 0,5 a 1,5 mílimetros, inserido dentro de um cabo de 8 a 17 milímetros de espessura. É necessário apenas um ponto de luz para iluminar toda a área de alcance do cabo, o que faz com que esta seja uma alternativa considerada econômica, de baixa manutenção e também segura. Ideal para embutir em móveis ou forros de gesso, de maneira a deixar o cabo fora do alcance da vista.

Informação e imagens: Dicas de Arquitetura

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