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Jogos Olímpicos e Arquitetura extraordinária!


Postador por Shopping Minascasa | Assunto: Arquitetura

Os Jogos Olímpicos estão a todo vapor e o Brasil já garantiu algumas medalhas. Porém, também é interessante pensar o legado deixado pela competição, seja pela lembrança que fica na memória dos torcedores, seja pelo valor dos edifícios construídos para abrigar as disputas. Alguns ginásios e estádios simbolizam até hoje as cidades que tiveram a oportunidade de receber uma Olimpíada. Veja abaixo quatro construções marcantes da história dos Jogos!

Estádio Olímpico de Munique, Munique 1972
Arquiteto: Günther Behnisch
Com capacidade para 80 mil pessoas, o Olympiastadion de Munique é a principal construção do complexo esportivo que sediou os Jogos Olímpicos de 1972. Desenhado pelo alemão Günther Behnisch, com colaboração do engenheiro civil Frei Otto, o estádio também abrigou a final da Copa do Mundo de 1974. Sua cobertura procura reproduzir o desenho das montanhas que compõem os Alpes, um dos símbolos da Baviera, Estado alemão cuja capital é Munique. Na época da Olimpíada, considerava-se que suas linhas sinuosas eram uma resposta à simetria dura do Olympiastadion de Berlim (10º colocado em nossa lista), que sediou os Jogos de 1936 durante o nazismo.

Cubo D’Água (Centro Aquático Nacional), Pequim 2008
Arquitetos: PTW Architects, CSCEC, CCDI, e Arup
Ao lado do Ninho de Pássaro, o Cubo D’Água é um dos símbolos da Olimpíada de 2008. Seu projeto tem autoria de um consórcio internacional, liderado por australianos e ingleses, mas o conceito é genuinamente chinês. Cada detalhe faz referências a elementos da natureza. Sua forma retangular, por exemplo, simboliza a terra, enquanto os desenhos orgânicos de sua fachada representam a água. A iluminação tem um papel fundamental nessa simbologia, uma vez que o edifício, durante a noite, realmente lembra um cubo de vidro cheio-d'água. Durante os Jogos Olímpicos, sediou as competições de natação, saltos ornamentais e nado sincronizado e abrigou nada menos do que 25 quebras de recordes mundiais.

Parque Olímpico de Atenas, Atenas 2004
Arquiteto: Santiago Calatrava
Originalmente construído em 1982, o estádio foi um dos trunfos que Atenas usou para tentar sediar a Olimpíada de 1996, que marcaria os 100 anos dos Jogos. Mas Atlanta levou a melhor. Santiago Calatrava foi então chamado para renovar o parque olímpico (na foto, ao fundo, um de seus ginásios). O elemento mais marcante de sua intervenção é a cobertura das arenas, onde chamam a atenção os arcos simétricos. A capital grega acabou sendo escolhida para sediar os Jogos de 2004, e um dos símbolos da competição foi justamente o ousado projeto realizado pelo arquiteto espanhol. Desde então, ali são realizados os mais importantes eventos esportivos e culturais da cidade, como finais de campeonatos de futebol e shows de rock.

Velódromo, Londres 2012
Arquitetos: Hopkins Architects
Primeira obra a ser concluída dentro do parque olímpico de Londres, onde ocorrem os Jogos Olímpicos de 2012, o velódromo será lembrado pela qualidade ambiental de seu projeto, realizado pelo escritório britânico Hopkins Architects. Toda a madeira que compõe seus pisos e paredes, por exemplo, é de origem certificada. Além disso, seu sistema de circulação de ar dispensa o uso de ar-condicionado ou calefação. Para que a ventilação cruzada fosse possível, a cobertura da construção conta com uma curvatura única que rendeu até apelido entre os londrinos: The Pringle, dado o formato de batata industrializada.

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